Qual a Verdade sobre arrependimento pós cirurgia de adequação de sexo

A identidade de gênero sempre será um conceito bastante polêmico, mesmo em pleno século XXI mesmo tendo a ver com a forma como que cada pessoa se identifica independentemente do corpo que possui, gerando muitos existem variados conflitos: o  gênero que a pessoa se identifica não é igual ao sexo que ela nasceu por isso são de forma incisas levada às famosas cirurgias de adequação do sexo. Mas em alguns casos que são pouco incomuns há um processo não tão famoso assim, onde consiste na reversão para o sexo original ou antigo antes da readequação após a  cirurgia de mudança de sexo. Lendo algo escrito por alguma pessoa sem nenhum treinamento psicológico, psiquiátrico ou médico de verdade, explanando por que eles acreditam que pessoas transgênero não existem de verdade sendo assim de fato um transtorno ou distúrbio mental, onde muitos não deviam ter permissão para fazer a transição, ou precisam apenas da boa e velha “terapia”.

Há quem queira negar as cirurgias de confirmação de sexo a todos trans por causa de supostos arrependimentos e até alguns suicídios. A ciência demonstra que esse tipo de arrependimento é quase inexistente, mas recentemente surgiu uma série de transgêneros que sentiriam arrependidos pelos procedimentos readequação onde passaram pela transição tudo devido a falta de afirmação e preparação psicológica dessa nova readequação de vida, mas em 2009 em um estudo se descobriu que 95% dos indivíduos que fazem a transição relatam resultados positivos em suas vidas como resultado da readequação, uma taxa de 3,5% de arrependimento para ambos os sexos e 1,5% suicídios, sendo uma queda significativa nos arrependimentos e suicídios com o passar do tempo, as técnicas cirúrgicas se aprimoram, o risco de complicações de longo prazo caíram para menos de 1% em paciente homem para mulher.

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Cirurgia para mudança de sexo – Solução ou castração ?

O ministério da saúde deixou de considerar a transexualidade como uma patologia mental e passando a considera apenas como um desconforto que o transexual possui em relação ao sexo de nascimento, alguns médicos afirmam que dar à transexualidade é um caráter de doença é um preconceito terrível e criaram o termo transtorno de identidade de gênero, que soa para poucos mais bonitinho para nomear o desconforto que o transexual sente com o seu corpo natural em vez de procurar um tratamento psicológico induzindo as transexuais a mudar de sexo, com cuidados médicos melhoram a qualidade de vida em vários eixos, inclusive o funcionamento sexual, autoestima, imagem corporal, ajuste socioeconômico, vida familiar, relacionamentos, status psicológico e satisfação de vida em geral.

58e2e830d6d52ec48d1e67502e2663f2A cirurgia para a mudança de sexo é a solução que médicos ou alguns cientistas encontraram para o transtorno da transexualidade. Considerado uma mulher presa no corpo de um homem, o transexual masculino candidato à cirurgia, passa por um estágio preparatório onde envolve tratamento hormonal e psicológico. Na cirurgia da Mulher transexual é retirado o saco escrotal, os testículos, o pênis, através de cirurgia plástica, é criado uma vagina aproveitando partes do pênis. No caso do Homem transexual, a cirurgia é rara, mas existe e consiste na retirada dos seios, dos ovários, do útero e é criado um pênis, o homem transexual sabendo da violência que a cirurgia provoca, preferem apenas a retirada dos seios, mas a questão que envolve a cirurgia de mudança de sexo, teria uma suposta constatação de que pessoas estão sendo castradas em nome da correção para um suposto desconforto. Existem estatísticas desfavoráveis à cirurgia, dizendo que, entre os transexuais operados, muitos se arrependem, outros entram em depressão e outros se suicidam, piorando ainda mais o quadro, existe o fato de que a cirurgia seria supostamente irreversível. Uma vez castrado, o transexual operado permanecerá castrado até a morte. Alguns transexuais arrependidos fazem a cirurgia para voltar ao estado inicial, mas evidentemente que não serão mais os mesmos.

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Bem mais raro que o processo MtF, o FtM este processo de transição se baseia no aumento do clitóris por causa de hormônios masculinos, com o uso da testosterona o paciente tem de tomar diariamente 200 mg de testosterona tendo o fim da menstruação, voz mais grave, mais massa muscular, às vezes calvície, mais pelos e o desenvolvimento do clitóris – que tem a mesma origem embrionária do pênis (só que um cresce e o outro não), Quando o clitóris alcança 6 cm, o órgão é “despregado” do púbis para que possa ter autonomia de movimento. A uretra é aumentada com tecido extraído da antiga vagina já os testículos são formados com o tecido dos grandes lábios vaginais, que passarão a envolver duas próteses esféricas de silicone. Fica bem parecido. Quanto ao neopênis, o resultado é mais psicológico: além de minúsculo, quase não serve para penetração somente para urinar em pé.

O homem que sofreu mudança de sexo e em seguida voltou a ser homem pelo pai que estava morrendo.

aMark Marzo, um homem que sofreu grandes mudanças em sua vida, gay desde sempre, numa determinada parte da sua vida fez a operação de mudança de sexo, para realizar a tao sonhada onde se tornar uma mulher. Surpreendentemente outra mudança aconteceu, por causa do seu pai, que estava quase morrendo desejava ter um neto do filho mais querido, então  assim desistiu da “grande mudança” retrocedendo e voltando a ser do sexo masculino, apesar de sua preferência sexual, sendo o favorito de seu pai, teve a sorte de ter a aceitação de sua família, mas depois de sua mudança de sexo, ele mudou seu nome para Maria Corazon se casou, o impossível aconteceu: o pai terminalmente doente de Maria pediu para que ela lhe desse um neto, ela concordou em conceder esse desejo ao seu pai e teve uma reversão sexual, novamente, ele procurou a ajuda de uma amiga e colega de trabalho, que concordou em ficar grávida através da fertilização in vitro. Em 2001, seu filho Andrei nasceu.

A mulher transexual que está exigindo o pagamento para uma segunda mudança de sexo, porque ser mulher é muito “cansativo”.

aaA transexual britânica que teve sua mudança de sexo feita no valor de 15.000 dólares em 2007, agora considera que viver como uma mulher é muito “exaustivo” desgastante para uma pessoa despreparada, e exige que os contribuintes britânicos paguem sua nova mudança cerca de 22.000 dólares para desfazer o procedimento original. Chelsea Attonley, 30, que nasceu Matthew, disse recentemente a uma revista britânica que sempre desejou ser uma mulher, “mas nem todas as quantidade de cirurgia necessárias para se sentir uma mulher, nunca pode me dar um corpo feminino real, eu sinto que estar vivendo uma mentira”, Attonley, que começou a tomar testosterona, disse que quer os implantes mamários removidos e, possivelmente, a cirurgia de reconstrução do pênis. Ela está esperando que sua cirurgia seja feita pelo Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS).

A mais jovem paciente a fazer troca de sexo na Grã-Bretanha que quer reverter o procedimento

aaaA Mulher Trans Ria Cooper teria nascido como Brad Cooper e começou a se vestir como uma menina aos 12, e aos 15 anos de idade pediu ajuda a médicos para se tornar uma menina, esteve nas manchetes em 2011, Ao se tornar a mais jovem paciente de mudança de sexo da Grã-Bretanha, aos 17 anos, passou anos implorando para sua família e ao serviço público de saúde para fazer a cirurgia. No entanto, depois de viver como mulher por menos de um ano, ela decidiu voltar a ser homem novamente, após sofrer uma enorme angústia mental como mulher, ela cancelou a operação completa de mudança de sexo, que já estava programada, e deixou a terapia hormonal feminina, que já haviam produzido seios, argumentando que as mudanças eram esmagadoras e a deixaram profundamente infeliz. Embora tenha passado por avaliação e aconselhamentos psicológicos completos antes de iniciar sua terapia de mudança de sexo, Cooper sofreu tal tormento vivendo como uma mulher que tentou cometer suicídio duas vezes por não se sentir plena como uma mulher.

O jornalista que mudou de sexo e desistiu depois de três meses, alegando amnésia.

aaaaEm 2013, Don Ennis, um editor da ABC News, teve uma mudança de sexo, três meses depois, o pai de três filhos decidiu que queria voltar a ser homem, tudo começou quando Don Ennis apareceu no trabalho usando um pequeno vestido preto e uma peruca e disse aos colegas de trabalho para chamarem-no de Dawn. Na época, Ennis, pai de três filhos, disse que tinha um “desequilíbrio hormonal incomum” e viveria mais confortável como uma mulher, também mudou a sua imagem do Facebook, substituindo a foto como homem por uma como mulher, e tentou resolver qualquer confusão que possa ter causado entre amigos e familiares.

Logo depois de se tornar Dawn, Ennis se separou de sua esposa, com quem esteve casado por 17 anos, mas, três meses depois, Dawn apareceu no trabalho como Ennis novamente. Ele alegou que sofria de amnésia e acusou a esposa de vesti-lo com uma peruca e criar uma identidade falsa com o nome de “Dawn” para ele. O jornalista explicou que as lembranças dos últimos 14 anos haviam retornado, mas não a sua identidade feminina. Um ano mais tarde, Ennis voltou a trabalhar como Dawn – e foi, sem surpresa, demitido pouco depois.

O homem que se tornou uma mulher só para inverter a operação 7 anos mais tarde.

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Aos 42 anos de idade, Walt Heyer segundo aos relatos era um homem bem casado e com dois filhos, ele decidiu se submeter à cirurgia de mudança de sexo para se tornar uma mulher essa decisão que ele diria mais tarde, levou a um “processo destrutivo” na sua vida toda. Ele voltou a ser um homem oito anos mais tarde, aos 74, Walt, residente de Los Angeles, afirma que nunca deveria ter feito a mudança de sexo, ficou muito contente em ser mulher no início onde se sentido presa no corpo errado desde que tinha cinco anos de idade esses sentimentos de euforia logo deram lugar a sentimentos muito mais obscuros.

Os genitais de Walt foram removidos como parte da transformação também recebeu implantes de mama, tratamento para reduzir o pelo no rosto, e doses de estrogênio durante o tempo que permaneceu uma mulher, na década de 1980, Walt diz que chegou à conclusão de que o seu desejo de mudar o sexo veio de um trauma profundamente enraizado na infância ao invés de uma alteração genética afirma que sua confusão de gênero foi causada simplesmente por seu ambiente e suas relações familiares. Mas sem procedimentos de reversão seguros na época, já era tarde demais. Foi só depois de oito anos e muito dinheiro investido em uma nova cirurgia que ele voltou a ser Walt Heyer. Agora, através do seu site “Sex Change Regret”, ele atua como um conselheiro não oficial para aqueles que consideram o mesmo procedimento.

O magnata britânico pai de dois filhos que foi homem, mulher e homem de novo.

aadO magnata Charles Kane é um homem muito bem sucedido tem propriedades no valor de vários milhões de libras, uma licenciatura em Direito, um iate a motor, uma Mercedes e um guarda-roupa recheado com ternos de grife, está longe de ser feliz, apesar de todos esses atributos, a única coisa faltando em sua vida é uma relação duradoura e gratificante. A maioria de seus romances termina abruptamente após o primeiro encontro depois que as mulheres aprendem sobre o seu “segredo”. Acontece que Charles é uma das poucas pessoas no Reino Unido a ter sofrido duas operações de mudança de sexo; a primeira para transformá-lo em uma mulher e a segunda para transformá-lo de volta em um homem, depois que ele percebeu que tinha cometido um erro terrível.

Realizou uma mudança de sexo em 1997, para se transformar na loira glamourosa Samantha Kane. Então, em 2004, depois de sete anos vivendo como mulher, ele decidiu que queria ser um homem novamente, se declarou que estava “confuso” após a dissolução do seu casamento de 12 anos. Assim, teve seus implantes mamários removidos e foi submetido a três operações para reconstruir seus órgãos genitais masculinos, usando enxertos de pele de seu abdome. Charles agora acredita que sofreu um colapso mental completo, durante o qual ele começou a questionar tudo, incluindo a sua sexualidade.

O ex-líder de torcida transgênero da NFL que decidiu voltar a ser homem.

asaNa década de 1970, Porter enfrentou ceticismo e desdém de médicos e psicólogos quando mostrou o seu desejo de se tornar uma mulher. “Naquela época – isto foi nos anos 70, não tínhamos Google, não tínhamos internet – era muito difícil de encontrar um médico ou psicólogo que pudesse ouvir a minha história”, finalmente, ele conheceu um médico em Dallas, Texas, que lhe ajudou. “Eu estava em seu escritório no dia seguinte, um escritório de um endocrinologista no dia seguinte, e comecei a minha vida vivendo como uma mulher, e fiz isso com muito sucesso e felicidade por 32 anos. Eu fui cheerleader da NFL e uma dançarina de topless durante muitos anos”.

Em 2013, o americano Philip Porter decidiu fazer a transição de volta ao seu sexo de nascimento (masculino), depois de viver por 32 anos como uma mulher transgênera mas depois de passar 32 anos de sua vida como Phoebe, Porter começou a considerar a vida no sexo masculino de novo. Assim, em 2009, parou de tomar hormônios e começou a jornada para viver mais uma vez como homem.

O jornalista esportivo que deixou de ser homem, virou mulher e voltou a ser homem antes de se matar.

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No final de abril de 2007, o jornalista esportivo Mike Penner publicou um artigo diferente de qualquer um dos milhares que ele havia escrito para o Los Angeles Times. Sob o título “Velho Mike, nova Christine”, Penner explicou que iria assumir identidade e assinatura femininas, efervescente, extrovertida e instantaneamente famosa Christine Daniels. A fama repentina funcionou como um megafone, sendo uma defensora das pessoas transgêneras. Ela contou sua história em conferências transexuais de todo o país, tornando-se um símbolo de coragem para a comunidade transgênera. Ela contou sua história em conferências transexuais de todo o país, tornando-se um símbolo de coragem para a comunidade transgênera.

Um ano depois Penner estava de volta ao trabalho, vivendo como um homem, tão articulado ao falar sobre as razões para se tornar Christine, Penner ficou em silêncio a respeito dos motivos para o abandono da nova identidade, um ano mais tarde, ele se matou. Seu suicídio, acredita-se, pode ter ser baseado em questões não abordadas durante a transição que se agravaram após a escolha da reversão.

“Uma vagina não traz felicidade a ninguém”: Lea T fala sobre mudança de sexo ao Fantástico.

15473-lea-t-fala-pela-primeira-vez-sobre-a-620x0-1A modelo Lea T foi a entrevistada pelo Fantástico na entrevista à jornalista Renata Ceribelli, Lea falou pela primeira vez na televisão sobre a cirurgia de readequação sexual a qual se submeteu contou porque só se sentiu à vontade para falar sobre o assunto agora. “Não é uma cirurgia simples. É uma coisa muito íntima. Estou meio sensível, estou meio voada em algumas coisas, tentando entender algumas coisas. Mas eu acho que agora estou começando a conseguir falar a respeito dessa cirurgia, a respeito dessa pequena e grande mudança que eu fiz”, disse a transexual, Lea revelou que passou um mês e meio no hospital e que não aconselha a cirurgia para ninguém. A modelo disse que achava que sua vida iria mudar após a mudança de sexo, mas não foi isso o que ocorreu e se diz arrependida.

“Eu achava que a minha felicidade era embasada na cirurgia. Mas, não foi. Não é isso. Eu fiquei mais à vontade. É diferente. A felicidade não é não é um pênis, uma vagina que traz felicidade a ninguém”, disse Lea.

A brasileira falou que tem consciência que nunca será uma mulher completa, que ela continua com sua parte masculina e que por muito tempo tentou reprimir isso. “Eu queria reprimir, eu reprimia muito. Quando, do momento que eu fiz a minha cirurgia e que eu fiquei um mês deitada na cama, eu entendi que isso tudo é uma bobeira. Eu nunca vou ser 100% mulher”, disse que sabe que o preconceito não vai acabar. “Vai ter sempre a pessoa que vai te jogar na cara que você é homem. E depois que você sofre de uma cirurgia dessas, se você não tiver pronta, se você não tiver…é como uma facada no coração”.

Lea falou ainda sobre a dificuldade de ter um relacionamento amoroso com outro homem. “Em relação a uma relação sexual, ai você é uma mulher. Mas em relação a ter uma historia com você, ai você é uma transexual. Você é um homem”.

 

A mais famosa transex brasileira ícone da beleza feminina na década de 80,  Roberta Gambine Moreira essa moça ficou famosa ao estampar a capa de uma revista masculina em 1984,  foi a musa do verão, capas de revistas masculinas, passista de escola de samba e, de certa forma, levou a questão das travestis e transexuais para longe dos cadernos policiais. Nasceu como Luís Roberto Moreira, mas ficou mesmo conhecida como Roberta Close,  a modelo foi a primeira transexual a posar nua na Playboy, teve status de superstar nos anos 80 e só se falava nela. “A musa deste verão é homem”, dizia uma das manchetes das diversas revistas e jornais que foi capa, em 1989, Roberta faz sua cirurgia de redesignação sexual, a famosa operação de mudança de sexo. Já se sentindo toda completa na anatomia feminina, surge um outro obstáculo, seus documentos continuam com seu nome de homem.

roberta-close-botox-3A batalha para a mudança de nome para o chamado nome social (o direito de transgêneros colocar o nome que corresponde à sua identidade psíquica) foi longa, mas elucidativa – devido à presença de Roberta na mídia- para que todos soubessem das dificuldades e também dos direitos que surgiram com a luta dela, 15 anos depois de sua primeira tentativa jurídica para mudança de nome, Roberta finalmente consegue os documentos com seu nome no feminino, em 10 de março de 2005 e ate hoje ela é casada, mora na Suíça e visita o Brasil com frequência, para dar um close.

Aos 43 anos Mulher Transexual Maite Schneider que é diretora, atriz, militante, entre outras coisas, recebeu dos pais o nome de Alexandre ao nascer, realizou 14 cirurgias para mudar de sexo. Duas delas a expuseram ao perigo. Na primeira, tentou retirar sozinho os testículos. Na segunda, foi e voltou do Paraguai no mesmo dia em uma nova tentativa de eliminar o órgão, olha para o passado e agradece por ter sobrevivido. Para ela, ainda que timidamente, o país tem avançado quando se fala em transexualidade. Em especial, a partir de 2008, quando o Sistema Único de Saúde (SUS) começou a atender aqueles que optaram pelo processo transexualizador, Para quem está vivendo esse processo de mudança parece um caminho muito lento, mas em termos de evolução do que a gente não tinha e está conseguindo ter é uma grande conquista, avaliou a transexual que vive em Curitiba, Só mais tarde, com o avanço das técnicas de transgenitalização no Brasil, ela procurou o tratamento adequado e realizou 12 cirurgias – agora com toda a infraestrutura necessária,foram 14 anos até que todas as cirurgias fossem realizadas, e o corpo de Maite respondesse de maneiras satisfatórias às intervenções.

“Eu consigo me olhar no espelho e descontar as marcas que tenho hoje que fazem parte da minha história. Elas fazem parte do que eu passei, da minha trajetória (…). Eu olho as marcas e falo: essa sou eu”

maxresdefaultJá a Mulher Transexual Ariadna Thalia Arantes, também famosa por ser ex-confinada do reality show global, repete o feito. Este mês a cabeleireira publica fotos mais que insinuantes, provando que depois da cirurgia de mudança de sexo que fez em 2001, está realizada e feliz com o corpo. “Operei na Tailândia com um médico indicado por uma amiga e assim que acordei da anestesia me lembro da alegria que senti ao conferir que tudo tinha sido feito mesmo (risos)”, revela, A morena afirma que só faltava o procedimento para sentir-se mulher de verdade. “Mudou um pouco de tudo: minha personalidade, meus desejos e a forma de viver. Hoje tenho qualidade de vida e tudo se transformou para melhor”, confessa.

Mudanca-Sexo-brasil-Ariadna-620x375A carioca afirma que o procedimento e o pós-cirúrgico foram bem tranquilos e ressalta que não sentiu dor. “Eu preferi me mudar. Morava em Madureira pouco antes da cirurgia, fui para o Realengo. Lá, ninguém me conhecia e a adaptação foi bem tranquila”. A ex-BBB afirma que não teve nenhuma consequência após a operação. “Hoje, vou ao ginecologista como uma mulher normal, faço controle hormonal para ver se está tudo certo no canal vaginal e na uretra e minha vida depois da participação no programa está repleta de oportunidades, com novos trabalhos e o carinho do público que eu adoro”. Ariadna promete aproveitar o espaço e quer seguir carreira como modelo fotográfica e de passarela, além de fazer um curso de teatro mais pra frente.

ela1A transexual Thalita Zampirolli  contou que sempre se sentiu como mulher e que sua família a apoia, tanto é que aos 18 anos ela passou por uma cirurgia de mudança de sexo paga por sua avó, tendo um corpo completamente feminino: cintura fina, bumbum grande e seios siliconados. A morena, que foi flagrada deixando um show de mãos dadas com o deputado e ex-jogador de futebol, sempre me senti feminina. Eu nasci mulher e sempre me vi assim. Realizei meu sonho com a cirurgia, mas sempre tive a delicadeza de uma mulher o seu primeiro silicone, a transexual colocou aos 18 anos, junto com a cirurgia de mudança de sexo. O segundo, foi há dois anos: 500ml, a modelo diz que tinha problema no pênis enquanto era homem e que teria problemas sexuais senão tivesse mudado de sexo, Ela diz que continua tendo prazer numa relação e, inclusive, teve um dos melhores orgasmos da sua vida com uma mulher.

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Vivian Fantin tem 39 anos e é uma bióloga de sucesso. Fez a cirurgia em junho de 2010 e agora está realizando as cirurgias estéticas. Ela conversou com exclusividade conosco, durante sua visita ao consultório para a retirada de pontos da intervenção estética, Olha eu sofri muito preconceito sim, principalmente dos travestis e homossexuais amigos meus que ficaram contra mim e a cirurgia. Muitos não falam mais comigo e acham que eu mutilei meu corpo. Perdi muitos amigos. Eles acham que depois de um tempo a gente enlouquece, o que não é verdade. Eu renasci. Tenho todas as sensações e já tive 3 orgasmos depois da operação, menina (risos),  a sensação é inexplicável, pela primeira vez eu senti que era eu, Antes eu tinha receio de entrar nos lugares, de ser discriminada. Hoje eu vou em qualquer lugar e gosto muito mais de mim e do meu corpo.

A história do menino que nasceu Thiago e se transformou em Laura.

O Policial tido como sério, com atuação firme nas operações de combate à criminalidade promovidas pela Polícia Civil, onde ingressou há cerca de quatro anos, Thiago foi delegado titular das cidades de Trindade e Senador Canedo, ambas na região Metropolitana de Goiânia. Também atuou como coordenador do grupo especial de repressão a narcóticos (Genarc) da cidade de Porangatu, no Norte de Goiás,outros detalhes pessoais sobre a vida do policial que vieram a público com a mudança de sexo, realizada na Tailândia, onde submeteu-se à mudança de sexo, final de outubro, Laura já exibia o novo visual, contrastando bastante com a imagem pública do então delegado Thiago, já havia feito plásticas no rosto e, quando retornou ao Brasil, também colocou próteses nos seios. Antes de assumir o cargo na Deam, foi encarregada de delegacias comuns em municípios próximos a Goiânia.

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Sejam corajosas, tomando decisões que outras pessoas não teriam, nunca, coragem de tomar. Sejam ponderadas,  cercando-se das pessoas que te fazem bem e afastando-se daquelas que te fazem mal. Sejam persistentes, eis que persistência é a única maneira de se vencer na vida. E lembrem-se sempre: viver para fazer os outros felizes pode, às vezes, significar na sua infelicidade, e se você não estiver bem e feliz, como você poderá levar o bem e a felicidade a outras pessoas? Leve sua vida sem atropelos e sem prejudicar aos próximos, que as recompensas virão certamente

A cirurgia no Brasil

Para o urologista Carlos Adib Cury, pioneiro em cirurgias de mudança de sexo no País, o Brasil vem evoluindo nessa área, embora esteja atrasado 50 anos em relação à Europa porque o procedimento era proibido por aqui até 1998. O médico que tem 40 anos de profissão e uma centena de cirurgias realizadas traz à tona a realidade nacional: “Há um transexual masculino para cada 30 mil homens e um transexual feminino para cada 100 mil mulheres. É preciso aceitar e respeitar o desejo de cada um. Embora muitos transexuais já tenham conseguido o novo registro civil com mais facilidade após o procedimento, ainda existe muito preconceito. Cerca de 10% da população brasileira é homossexual, bissexual ou travesti. Já os transexuais são raros. A diferença é que o travesti se veste de mulher, mas traz trejeitos masculinos, assim como uma agressividade típica, enquanto o transexual é mulher”, explica.

A partir do momento em que se resolve pela mudança de sexo, é preciso ter um diagnóstico bem estabelecido. “São dois anos de análise com psicólogo e psiquiatra, além da equipe multidisciplinar que é composta por um endocrinologista, assistente social e cirurgião”, alerta o médico, a prevenção e acompanhamento constantes antes do procedimento é regra para que haja um resultado positivo. “É importante acompanharar a vivência no gênero, ou seja, se vestindo, se portando, usando outro nome, fazendo uso de hormônios,  enfim, levando o mesmo estilo de vida que vai ter após ser operado”, explica Alexandre Saadeh, psiquiatra coordenador do AMTIGOS – Ambulatório de Transtorno de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Como a triagem e preparo antes da operação são maçantes, é praticamente impossível encontrarmos um caso de arrependimento pós-cirúrgico. “Uma das virtudes do nosso trabalho é que nenhuma paciente nossa se arrependeu da cirurgia. Eles se sentem muito confortáveis depois da mudança porque atribuem o seu complexo a genitália, já que se sentem plenamente mulheres”, lembra Adib. Quanto ao prazer, o cirurgião afirma que o feixe vásculo nervoso do pênis é preservado em toda sua extensão, e transformado em um clitóris. “Colocamos a glande no fundo da vagina que está sendo construída, preservando assim toda a sensibilidade. No caso das mulheres, elas tomam hormônios masculinos que aumentam de volume o clitóris cerca de 4 a 5 cm e na cirurgia ele é solto da vagina, proporcionando e mantendo a sensibilidade e o prazer”.

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Se tiver uma dúvida específica sobre o mundo trans, aqui é um bom lugar para buscar informação. Me escreva!

Um beijo,

Lindsay Lohanne

Não sou apenas uma Boneca, sou o diferencial entre as que existem.

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