A exclusão no Mercado de Trabalho tendo o Amparo no Mercado da Prostituíção

Vocês sabem por que geralmente uma transexual opta pela prostituição? O que leva uma pessoa a ter que prestar a esse tipo de situação e fazer isso? Quantas delas tiveram alguma oportunidade na sua vida, quantas conseguiram estudar ou até terminar o estudo ou muito menos ter uma graduação? Quantas não sofrem com olhares julgadores da sociedade que sempre as discrimina? Existe será discriminação pela família, pela escola, ou a falta de oportunidade de emprego? Muitas Transexuais ainda na adolescência com baixa escolaridade e sem renda família nenhum veem como forma de ajuda elas são as preferências de agenciadores das profissionais do sexo. Muitas vezes, por não possuem nenhuma base familiar estruturada, sonhando em conseguir uma vida melhor e na oportunidade de melhoria de vida para os familiares e mais próximos. Estariam todas as travestis condenadas à prostituição? Pode até ser um pouco de exagero dizer que sim. Mas pode não ser.  Mas antes de qualquer julgamento em relação a essa Comunidade esquecida, reflita bem: quantas travestis ou transexual você tem como colegas de trabalho? Seja chefe ou funcionária. E fazendo faxina na sua casa ou de alguém que você conhece, ou até mesmo na casa de parentes? Na loja de algum shopping ou loja de rua onde você compra roupa, até pode acontecer esse milagre? Abastecendo o seu carro no posto de gasolina ou na loja de conveniência, então te atendendo no restaurante “por quilo” onde você almoça diariamente? No salão onde você e sua família corta cabelo até podemos crer nisso! A pura real verdade é que o mercado de trabalho é duro com esse grupo de pessoas que muito frequentemente só encontrar na prostituição o seu sustento tendo principalmente o acolhimento. E se você ainda duvida que elas tenham poucas opções, você responderia para si mesmo, honestamente pense bem, se você contrataria uma.

Deputado Hamilton Pereira e Marcos Garcia, doutor em Psicologia Social pela USP e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar-Sorocaba) Marcos Garcia realizou uma grande pesquisa sobre a prostituição das travestis. Segundo ele, a maioria delas tem origem humilde e procura fazer programas como meio de vida. “Um jovem gay, efeminado, sem apoio financeiro e familiar, vindo de camadas populares e sem possibilidade de estudos vê no comércio sexual uma das poucas saídas”.

O grau de preconceito e discriminação que vivem as transexuais e travestis as leva a esconder todos seus sentimentos, suas identidades ou até mesmo se evadir lares e escola. As trans “sofrem evasão” por meios preconceitos cotidianos da exclusão social Vivemos em uma sociedade que tem muitas dificuldades de lidar com as diferenças de visão do mundo. Nenhum grupo social sofre mais discriminação do que as travestis esse preconceito latente tão intenso onde se usa o termo ‘transfobia’. Para os atos de covardia, discriminação verbal, exclusão social, agressões físicas e nos assassinatos de travestis que costumam ser muito cruéis, entre muitos os assassinos nunca são presos ou se quer simplesmente julgado sendo um caso típico de ‘‘crime passional’’, tendo um nível de violência altíssimo levando em consideração a população de travestis no Brasil, segundo as associações de transexuais e travestis representam cerca de 20-30 mil indivíduos, calcula que a travesti é mais vulnerável a morrer, geralmente vítima de arma de fogo na rua; cerca de 259 vezes mais risco em relação a gays e lésbicas (estima-se uma população em torno de 20 milhões de brasileiros) dados são reveladores quando a vulnerabilidade de travestis, o GGB mostra que 73% das travestis assassinadas em 2007 eram profissionais do sexo. Segundo o grupo tal predominância se explica devido à prática da prostituição nas ruas e estradas, zonas muito frequentadas por marginais, as travestis foram em sua maioria assassinadas a tiro (40%) em espaços públicos. “Sendo preconceito pela orientação sexual, mas, principalmente, pela identidade de gênero”, seja pela inadequação do trato com as transexuais em geral ao experimentam um massacre diário para sobreviverem à sociedade. Muitas são expulsas de sua casa pela família e nas ruas tem que se prostituir por não ter apoio familiar, amigos e parentes nem mesmo um órgão de amparo, a procura de um meio para ir mantendo financeiramente sendo geralmente é todas adolescentes sem formação escolar ou profissional, não tendo perspectiva de vida, sem futuro, sem saber o que fazer, por isso, o mundo do sexo sempre os acolhe como garota de programa ou acompanhante de luxo. 

Em muitos casos, é a própria garota que estipula o preço do seu serviço. “Viva a liberdade de mercado”, diriam os clientes, não por coincidência, são aqueles realmente dispostos a pagar pela breve companhia de travesti ou transexual. Mas “vender” o corpo não é de forma alguma uma maneira de valorizá-lo. Muitas vezes tem que se sujeitarem algumas vontades e desejos do cliente mesmo não sendo algo tão agradável, só porque ele esta pagando. ganhos são um grande convite para entrar na prostituição Quando  se ganha por está se prostituindo, ganha  dinheiro como nunca ganhou. E esse dinheiro lhe permite investir em você, mudar o corpo, comprar bens materiais e moradia (claro que é preciso dinheiro para pagar sua moradia, por exemplo, mas em geral elas não se prostituir somente para isso). O mercado sexual traz o suposto bem-estar que travestis que não encontram em outros grupos, normalmente onde elas são valorizadas, se sentem desejadas por seu corpo feminino e a demonstração do desejo é um fator importante se a pessoa está em um processo de buscar para se sentir mais feminina ou não, cliente que mostra o interesse na busca do seu fetiche.

O psicólogo Oswaldo Rodrigues Jr., do Instituto Paulista de Sexualidade, diz que as travestis são associadas à prostituição, violência e ilegalidade. “São encaradas de modo negativo, o que as impede de serem contratadas. A percepção é sempre preconcebida. O mecanismo cognitivo exige utilizar vivências passadas para compreender o presente e decidir o futuro. Assim, tudo o que foi ouvido desde criança a respeito de travestis influenciará na tomada de decisões agora.”

O mercado de prostituição cresce no mundo agora por vários caminhos: em vez das esquinas de ruas escuras, agora uma parte dessas profissionais opta por sites na Internet. Com fotos nuas, informações sobre características físicas e comportamentais, as “acompanhantes de luxo” (tratamento mais comum utilizado nos sites para se referir às garotas) aproveitando o meio digital para se expor e chegam a faturar, em média, R$ 100 à 200 por hora no local e na rua em media de R$50 à 100 em alguns cinema pornô também acontece mais algo em mais barato. O risco dos anúncios das garotas nos sites de prostituição online é preocupante. “A partir do momento em que uma profissional do setor disponibiliza seus contatos na Internet, ela corre vários riscos, como por exemplo, ser aliciada, receber propostas ou falsas promessas de trabalho e renda melhor no exterior ou em outro estado do Brasil” Travesti Brasileira são disputadíssimas fora do Brasil, quem faz programas na Europa, além de muitas esta ilegalmente no país a prostituição sendo crime é a saída que uma travesti encontra para ter meio de construir sua vida e muitas ajudar a própria família que as colocaram na rua.

Os trabalhos convencionais ficam praticamente impossíveis passando a ser menos aceita socialmente. Consequentemente, a possibilidade de ingressar no mercado de trabalho é quase nula. Em pesquisa foi apurado que o mercado sexual também tem como principal atrativo a alta remuneração a exemplo de outras profissões como modelos, cabeleireiras, atendente, recepcionista, telemarketing e faxineira,  há um período que traz muito dinheiro quando a transexual é nova no mercado por ser jovem e feminina tendo um corpo na maioria das vezes feito com silicone industrial que permite a muitas as curvas femininas. Mas isso muda com o avanço da idade os clientes vão escolhendo. Com isso, a travesti já com certa idade tem uma perca financeira relativa e passa a ser menos desejada, que para muitos que no tem de outra forma conseguir o sustento, é muito sofrido.

O psicólogo Rafael Kalaf Cossi, autor de “Corpo em Obra” (Ed. nVersos), sobre transexuais, o preconceito contra homossexuais, em especial as travestis e transexuais, tem uma explicação. “Nós não temos a certeza absoluta da nossa identidade sexual. Isso é uma ilusão. O terreno é muito embaralhado. Quando vemos uma travesti, isso traz à tona algo que a gente não quer saber.“

Reforçamos que sempre essas ideias para confirmar o que somos. Mas há variações inúmeras que não são socialmente compreendidas ou assumidas como reais, na verdade não podemos se admiti que existam pessoas que destoe do que aprendemos homem é homem e mulher é mulher, Em minha opinião para se compreender transexuais temos primeiro  que entender, não somos diferentes pela nossa identidade de gênero, orientação sexual ou pelo nosso gênero, necessitamos de grandes esforços para que a sociedade normativa tenha alguma compreensão seja no campo emocional ou comportamental mas sendo que maioria das pessoas prefere usar essa energia para investir de forma agressiva, com repúdio ou até mesmo com ignorância. Mesmo nas famílias que muitas não convivem diretamente com as transexuais eles precisariam adaptar-se, algumas mostrarão grande dificuldade em compreender ou até mesmo aceitar e respeitar tem que elaborar e mudar essas perspectivas cotidianas e adaptar-se a esta identidade não prevista pela família. Outras pessoas têm menos necessidades de se adaptar, pois há um afastamento afetivo que permita ter algum tipo de envolvimento para que possa ser modificado a sua forma para compreenderem a sua realidade,  concordamos que a sociedade em geral não recebe bem as travestis nem sendo bem vista pela sociedade, as coisas seriam diferentes se não houvesse essa tamanha discriminação.  Digo que se formos respeitada e aceitas só assim a prostituição será abandonada se todas fossemos reconhecida pela identidade pelo direito resignação sexual que podendo compreender que todos pertencemos em uma só sociedade deixando que isso traga dificuldades sociais.

Marcela Ohio ou Bruna Sampaio Miss internacional Queem ou garota de programa?

Miss Internacional Queem Marcela Ohio

Aos 19 anos, a transex mais linda do mundo assume postura madura e decidida. Esse ano ela decidiu trocar de nome, sexo e país. Mas recentemente não foi só isso que mudou na vida dela, além o mundo. Marcela Ohio morando em São Paulo, mas tem em Andradina o seu porto seguro. Sempre se mostrou diferente desde cedo. “Sempre fui diferente”, assegura Marcela. 2012, ganhar o Miss T Brasil, concurso que a projetou nacionalmente e a levou para o Miss Queen Internacional, na Tailândia 2013, onde foi eleita a transex mais linda do mundo. “O preconceito ainda existe”, revela a miss.  Pensa na mudança de seus documentos com nome feminino  “Vim mudar na Justiça meu nome nos documentos para Marcela”, afirma. Com esta mudança, Marcela passará a apresentar o nome feminino que escolheu e o sexo fica em aberto até que ela faça a cirurgia de mudança de sexo que ganhou no concurso. Sobre a cirurgia, está segura de que irá fazer. “Pretendo me mudar para a Tailândia, lá o mercado da moda para nós transexuais é bem mais aberto, infelizmente no Brasil ainda reina o preconceito e são poucos os bons trabalhos para que sou chamada”, comenta Marcela acrescentando”. Ela pretende seguir carreira no mundo da moda e acredita ter muito mais oportunidade fora do país. “Na Tailândia vi um mundo diferente, a primeira vez que fui não gostei, mas nesta segunda vez fui totalmente diferente, Ela viu uma outra realidade lá e pretende investir em sua carreira assim como as amigas modelos que fez durante a passagem pela Tailândia. “Vi que há chances de seguir na carreira e o melhor, sem preconceito e honestamente”, assegura.

Por que uma jovem linda inteligente com possibilidade grande de crescer na vida resolve virar acompanhantes de luxos em site de prostituição no Brasil em site na Itália? De uma historia tão linda de conquista e vitoria, para encantos do no mundo da prostituição? Será que ela mesma aos 19 anos resolve ganhar dinheiro como Bruna Sampaio? Onde virou acompanhante de luxo, exibindo seu perfil no site Top Travesti, recém-chegada em São Paulo desde os 18 anos sendo a ninfeta mais cobiçada? Será?  Com atendimento classe A no Jardim com valor em média 350 a hora programa? Será que é verdade?  Ou devido esta a passar por algumas dificuldades ou simplesmente, querendo uma segurança e estabilidade de vida financeira pela falta de oportunidade ao mercado trans? Façam as oposta, qual objetivo final dessa nova jornada na vida de uma jovem que se entrega ao mundo dos prazeres sexuais.

Tentando contato com Marcela Ohio falou que não da entrevista para Brasil, afirmando que não é questão de Close e sim por razões pessoais, afirmando também que ainda não é puta que os perfis na internet são Fakes pelo fato do seu Status da Fama, Assim como Ocorreu com Ariadna com perfil falso em sites na Itália, tendo o apoio dos pais acrescentando ainda, se um dia eu precisar viro numa boa sem problemas, salientando que ainda não precisou fazer acompanhamento de luxos, se fizer cobraria acima de Mil Reais o programa, ganhou o concurso Miss Internacional Queem da Tailândia e agora em 2014 ela passará a coroa para futura Miss, ela refere que tudo isso foi consequência da Fama, sofrendo preconceito no mundo da moda no Brasil, por não abrir espaço para publico trans onde poucos trabalhos como modelo foi chamada.

Atreves do Email Site TOP TRAVESTI sendo quastionado por ter perfil Fakes no site comunicou Todas as que estão no site são conhecidas e todas reais, há não existência de perfis fake comunicou –André o Administrador do Site onde as meninas pagam uma taxa para deixa sua pagina no ar! Informamos que o Top Travesti não é uma agência, mas sim, um veículo de divulgação e propaganda on line. uma vez que responsabilidade este é de única e exclusiva de seus anunciantes.

Se tiver uma dúvida específica sobre o mundo trans, aqui é um bom lugar para buscar informação. Me escreva!

Um beijo,

Lindsay Lohanne

Não sou apenas uma Boneca, Sou mais que uma Boneca, sou o diferencial entre as que existem!

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